Governo de MS paga por floresta preservada e impulsiona nova economia

4 de dezembro de 2025
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O Governo do Estado de Mato Grosso do Sul tem consolidado um modelo de desenvolvimento que alia crescimento econômico robusto, industrialização e preservação ambiental. O Estado vive um momento singular, com a chegada de megas indústrias e a aplicação de mais de R$ 80 bilhões em investimentos privados somente neste ano, resultado direto de uma política pública voltada à diversificação da matriz econômica e à criação de um ambiente seguro para novos negócios.

Em entrevista ao Grupo Feitosa, o secretário de Estado da Casa Civil, Walter Carneiro Júnior, destacou que o Estado vive um novo ciclo econômico, sustentado pela combinação de industrialização, investimentos privados e preservação ambiental

Segundo ele, esse avanço tem impulsionado a industrialização das cadeias produtivas tradicionais — especialmente proteína animal, florestas plantadas e energia limpa — ampliando oportunidades de emprego e agregando valor à matéria-prima produzida no território sul-mato-grossense. O fortalecimento de setores como carne bovina, frango, peixe e couro reforça a vocação do Estado como um dos principais celeiros do mundo na produção de alimentos, agora com foco crescente no processamento industrial local.

“Paralelamente ao crescimento econômico acelerado, o Governo do Estado vem implementando políticas pioneiras de sustentabilidade. O Mato Grosso do Sul já recuperou mais de 4 milhões de hectares de pastagens degradadas, incorporando essas áreas a cadeias produtivas de cana-de-açúcar e florestas de eucalipto”, afirmou, lembrando o compromisso ambiental na meta de tornar o Estado carbono neutro até 2030, consolidando uma postura moderna e alinhada às tendências globais de descarbonização.

Uma das iniciativas de maior destaque é a implantação do Fundo Clima Pantanal, mecanismo que remunera mensalmente produtores rurais que optam por preservar suas áreas de floresta além das reservas legais e áreas de preservação permanente. Por meio de monitoramento, certificação e pagamento pelos serviços ambientais, o Estado transforma a conservação em uma atividade economicamente sustentável — um modelo inovador no Brasil.

O secretário destacou ainda que o crescimento acelerado exige ações integradas com os municípios para fortalecer estruturas de educação, saúde, assistência social e qualificação profissional. A expansão do setor produtivo demanda mão de obra especializada, e o Estado já desenvolve programas de capacitação para atender às novas indústrias e garantir oportunidades para as famílias sul-mato-grossenses.

“Combinando ambiente favorável ao investimento, industrialização crescente e políticas ambientais de referência nacional, Mato Grosso do Sul se posiciona como um dos estados mais promissores do país. O caminho traçado demonstra que é possível crescer com responsabilidade, gerar empregos de qualidade e preservar os recursos naturais, construindo um futuro sustentável para as próximas gerações”, finalizou Walter Carneiro Júnior.

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