Prefeitura esclarece que recursos da Saúde não serão usados para custear subsídio do transporte coletivo
A Prefeitura de Campo Grande esclareceu que é falsa a informação de que o Fundo Municipal de Saúde (FMS) teria recursos utilizados para pagar subsídios do transporte coletivo da cidade. A confusão surgiu após publicações em redes sociais e reportagens que atribuíram à secretária municipal de Fazenda, Márcia Hokama, essa declaração.
Segundo a administração municipal, o valor de R$ 1,07 milhão que será quitado nos próximos dias corresponde ao pagamento do transporte de servidores da área da Saúde, e não ao subsídio do sistema. O FMS recebeu a nota fiscal do Consórcio Guaicurus no dia 23 de outubro, e o pagamento será feito com recursos do tesouro municipal, conforme procedimento padrão.
De acordo com a Prefeitura, o Fundo de Saúde arca apenas com o transporte oferecido aos seus próprios servidores, com verbas solicitadas à Secretaria de Fazenda. Não há, portanto, transferência de recursos da Saúde para custear o subsídio geral do transporte coletivo.
O município informou ainda que o pagamento da nota de R$ 1,07 milhão está dentro do prazo legal e segue trâmite interno normal. A administração reforçou que o objetivo é garantir transparência nas despesas públicas e evitar desinformação sobre o uso dos recursos municipais.
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