Aeroporto Internacional de Campo Grande amplia capacidade operacional
O Aeroporto Internacional de Campo Grande passa a operar, a partir de quarta-feira (22), com três novas pontes de embarque e desembarque — conhecidas no setor aeroportuário como fingers. As estruturas conectam diretamente o terminal às aeronaves, eliminando a necessidade de deslocamento dos passageiros pelo pátio. A informação foi confirmada pela Aena, concessionária responsável pela administração do aeroporto.
A instalação dos equipamentos integra o conjunto de intervenções em andamento no terminal, voltadas à modernização da infraestrutura e à melhoria da experiência dos usuários. Com a entrada em operação dos fingers, o aeroporto passa a contar com sete portões de embarque e desembarque, ampliando sua capacidade simultânea de atendimento para até quatro voos.
Atualmente, o terminal registra uma média de 32 operações diárias entre pousos e decolagens. Segundo a Aena, a capacidade anual de movimentação, hoje estimada em 1,5 milhão de passageiros, poderá alcançar 2,6 milhões após a conclusão das obras de ampliação — um salto que reposiciona o aeroporto no contexto regional.
Apesar dos avanços estruturais, um aspecto simbólico segue pendente. Oficialmente denominado Aeroporto Internacional de Campo Grande Ueze Elias Zahran desde a sanção de uma lei federal há quase cinco anos, o terminal ainda não exibe o nome em sua fachada. A homenagem reconhece o empresário, fundador do Grupo Zahran. De acordo com a concessionária, a instalação da identificação visual será realizada até o término das obras, em conformidade com a legislação.
No horizonte estratégico, a expectativa é de expansão da malha aérea internacional. A projeção indica que, no prazo de até dois anos, o aeroporto possa operar voos diretos para países do Mercosul, consolidando seu papel como ponto de conexão no Centro-Oeste brasileiro.
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