Campo Grande tem 3ª menor taxa de desemprego do país

21 de maio de 2026
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Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontam que a Capital sul-mato-grossense registrou taxa de desocupação de 4,1% no primeiro trimestre de 2026, a terceira menor entre todas as capitais brasileiras.

O índice coloca Campo Grande atrás apenas de Vitória (ES) e Palmas (TO), consolidando o município entre os mercados de trabalho mais dinâmicos e resilientes do país. O desempenho também permanece abaixo da média nacional, que ficou em 6,1%, e próximo da média estadual de Mato Grosso do Sul, registrada em 3,8%.

Mesmo com leve alta em relação ao quarto trimestre de 2025, o comportamento é considerado dentro da sazonalidade típica do início do ano, período tradicionalmente marcado pelo encerramento de contratos temporários ligados às festas de fim de ano e pela desaceleração de alguns segmentos da economia.

Os dados do IBGE mostram ainda que Campo Grande possui aproximadamente 498 mil pessoas ocupadas, dentro de uma força de trabalho estimada em 519 mil pessoas. O nível de ocupação chegou a 63,8%, demonstrando estabilidade tanto no mercado formal quanto no informal da Capital.

O desempenho positivo também é reforçado pelos números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Entre janeiro e março de 2026, Campo Grande registrou saldo positivo de 2.999 novos postos de trabalho formais, evidenciando o aquecimento da economia local e a continuidade do processo de geração de empregos.

A administração municipal avalia que os indicadores reforçam o posicionamento de Campo Grande como um dos principais polos de desenvolvimento do Centro-Oeste, impulsionado por um ambiente econômico estável, crescimento populacional e expansão contínua das atividades produtivas.

Além do destaque nacional na geração de empregos, a Capital também vem consolidando indicadores positivos em áreas como empreendedorismo, abertura de empresas e atração de investimentos privados, fatores que contribuem diretamente para a manutenção dos baixos níveis de desocupação.

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