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Isolamento social no Mato Grosso do Sul fecha quinta-feira com 37,9%

Mesmo diante do avanço do novo coronavírus e do colapso, já existente no sistema de saúde de alguns estados brasileiros, o isolamento social continua em queda no País, e há mais de 15 dias não tem atingido nem metade da população. É o que aponta o monitoramento diário da In Loco, que mostra Mato Grosso do Sul seguindo na mesma rota das demais unidades da federação, apesar de ainda ter o menor índice de casos e mortes a nível nacional. 

Quando o assunto é distanciamento social, o Estado figura sempre nas últimas posições do ranking, e com o índice de 37,9% registrado nesta quinta-feira (14.5), ocupa o terceiro pior lugar, ficando à frente apenas dos estados de Tocantins (37,5%) e Goiás (37,2%).

As maiores movimentações mapeadas nesta quinta foram registradas nas cidades de Angélica (29,5%), Pedro Gomes (30,2%), Anaurilândia (31,1%), Sete Quedas (31,4%) e Fátima do Sul (31,7%). As regiões com maior número de pessoas em casa, foram: Paranhos (63,6%), Guia Lopes da Laguna (53,9%), Taquarussu (53,8%), Dois Irmãos do Buriti (53,6%) e Juti (52,8%).

O distanciamento em Campo Grande para o dia foi de 37,1%. As regiões da Capital com os menores índices de recolhimento foram: Universitário (20%), Tiradentes (23,8%), Tarumã (24,2%), Vila Nasser (25%) e Portal Caiobá (25%).  

Flexibilização

Fato é que Mato Grosso do Sul começa a sentir efeitos da flexibilização das medidas de isolamento adotadas a partir dos primeiros casos confirmados de Covid-19 na primeira quinzena do mês de março. Porém, a partir de abril quando houve afrouxamento de medidas com abertura gradual do comércio, nota-se (mapa) também a diminuição do número de pessoas em casa.

O número de testes confirmados de Covid-19 está aumentando em cerca de 20 novos casos por dia em Mato Grosso do Sul, e 14 óbitos já foram registrados. Boletim epidemiológico desta sexta-feira (15.5) apresenta 479 casos confirmados, 14 óbitos e 117 em investigação.

Enquanto isso, a Secretaria de Estado de Saúde (SES) continua reforçando a necessidade de manter os protocolos de distanciamento social, higiene e uso de máscaras como principal medida para reduzir a velocidade de contágio do vírus.

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