“Isso não é uma competição”, diz Reinaldo Azambuja sobre números do coronavírus

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Em último lugar na tabela que contabiliza os números do coronavírus no Brasil, Mato Grosso do Sul possui as menores taxas de infecção, internação e óbito por causa da Covid-19. O Estado atingiu hoje a marca de 6.523 casos confirmados e 61 óbitos. Mas mesmo com bons resultados no combate à doença, para o governador Reinaldo Azambuja, a situação do Estado não é confortável diante da pandemia. “Isso não é uma competição. Não queremos competir e ser o último. Queremos evitar que mais pessoas em Mato Grosso do sul percam suas vidas. Esse é o objetivo de todo o trabalho que temos realizado”, afirmou ele nesta quinta-feira (25).

Reinaldo Azambuja participou hoje da live de número 100 nas redes sociais do Governo do Estado e destacou a transparência do Executivo Estadual nas ações de combate à doença. Mais de 5,7 milhões de pessoas foram alcançadas só no Facebook desde que a ferramenta de comunicação passou a ser utilizada para divulgar a situação do coronavírus em Mato Grosso do Sul. “Determinei total transparência em todas as informações”, reforçou.

Enquanto a ciência trabalha na produção de vacinas para combater a Covid-19, pontuou o governador, as regras de distanciamento social aliadas ao uso de máscaras é a melhor solução para evitar a infecção pelo novo vírus. “Cabe a nós consciência e reflexão. Quem puder, mantenha o isolamento. Diminuir a curva de pessoas contaminadas depende de cada um de nós.  Todos temos um grau de responsabilidade”, frisou o governador ao destacar que as estruturas administrativas do Estado estão caminhando com reuniões por videoconferência e telefone.

Ainda na live, Reinaldo Azambuja explicou sobre o “Programa Prosseguir”, que será instituído pelo Governo do Estado para nortear municípios e empresas em relação às ações de saúde e na área econômica diante da crise do coronavírus

Segundo o secretário estadual de Governo e Gestão Estratégica, Eduardo Riedel, o programa vai criar um sistema de monitoramento, diagnósticos e recomendações “para que a gente erre menos e possa orientar toda a sociedade sul-mato-grossense, seja ente público ou privado, de maneira geral”, destacou, lembrando que as decisões serão “tomadas a luz do ciência”.

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