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Lavagem de dinheiro: Doleiro de ex-presidente Paraguaio ficou escondido na fronteira com MS

Alvos da polícia federal na operação Patrón desencadeada nesta terça-feira (19), o doleiro Dário Messer e o ex-presidente paraguaio, Horácio Cartes teriam lavado U$ 1,6 bilhões para traficantes e contrabandistas juntos com demais doleiros do esquema. 

Antes de ser preso em julho passado, Meses ficou escondido com apoio de traficantes, contrabandistas e do ex-presidente paraguaio na cidade de Salto de Guaíra, cidade vizinha de Mundo Novo (MS) e também em Pedro Juan Caballero (PY), fronteira com Ponta Porã (MS), sob a proteção do poderoso contrabandista e também investigado na operação de hoje Roque Silveira, “Zero Um”, que além estar associado ao contrabando de cigarros é procurado da Justiça  por dois homicídios no Brasil.

De acordo com a reportagem do jornal o Globo Casser e Cartes são considerados os irmãos de alma, são amigos muito próximos desde a década de 80, onde teve início a a lavagem de dinheiro para o tráficos de drogas, armas e contrabando de cigarros na região de fronteira com Brasil e a Argentina. 

O ex-presidente paraguaio, Cartes é um dos alvos dos 19 pedidos de prisão e busca e apreensão que ocorrem no Brasil e já esta sendo procurado pela Interpol. O grupo que era organizado pelo “Doleiros dos Doleiros” era investigado há duas décadas pelas famosas agências americanas de investigação como departamentos antidrogas (DEA); de lavagem de dinheiro e de confisco (DOJ); de controle de armas (ATF) e de ativos estrangeiros (OFAC); Receita; Alfândega; Banco Central; polícia e procuradoria de Nova York, entre outros. Nem isso impediu que o sócio se tornasse presidente do paraguaia.

Cartes tem um conglomerado herdado do pai, que inclui a produção de cigarros, um banco, refrigerantes, produção de carne e até a presidência de um time de futebol, o Libertad.

Ítalo Milhomem com informações do jornal O Globo

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