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Polícia Científica de MS alcança reconhecimento internacional em análises forenses

A Polícia Científica de Mato Grosso do Sul, por meio da Divisão de Química e Toxicologia (DQT) do Instituto de Análises Laboratoriais Forenses (IALF), obteve reconhecimento internacional ao alcançar uma notável aprovação no Programa de Proficiência do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC), da Organização das Nações Unidas (ONU). Na sua estreia no Ensaio de Proficiência da ONU em 2023, a instituição demonstrou sucesso ao identificar corretamente todas as substâncias presentes nas quatro amostras submetidas aos testes. O Chefe da DQT, perito criminal Evandro Rodrigo Pedão, ressaltou que o desempenho da Polícia Científica no programa ICE evidencia a qualificação técnica dos servidores e o alto nível de excelência da instituição pericial sul-mato-grossense. Ele destacou a importância do Programa Internacional de Garantia de Qualidade do UNODC, que tem sido uma referência desde 1995 para laboratórios forenses de toxicologia e análise de drogas em todo o mundo. A diretora do IALF, Josemirtes Socorro Fonseca Prado da Silva, reconheceu a conquista e elogiou a excelência da equipe, afirmando que a certificação coloca a instituição entre os melhores laboratórios forenses do mundo. José de Anchieta Souza Silva, coordenador-Geral de Perícias, parabenizou os colegas da Polícia Científica e enfatizou que o resultado reflete a competência, a capacidade profissional e o compromisso dos servidores com a ciência e a justiça, ressaltando o papel desempenhado pelo estado de Mato Grosso do Sul na elevação da qualidade dos serviços prestados à sociedade e aos órgãos de segurança, destacando a importância da precisão nos exames periciais quando estão em jogo a inocência ou a condenação de pessoas. O resultado alcançado reforça o compromisso da instituição e do estado com a excelência e a precisão nas análises forenses, contribuindo significativamente para a justiça e a segurança da sociedade local e além-fronteiras. Como funciona O Programa de Garantia da Qualidade Internacional realiza anualmente testes de proficiência, nos quais laboratórios de toxicologia e análise de drogas de diversos países participam. Para se inscrever, os laboratórios devem comprovar sua competência técnica nas análises e obter aprovação em seu registro. A certificação da ONU confere uma reputação de confiabilidade aos laboratórios, especificamente em relação às análises toxicológicas e de drogas. Além disso, contribui para padronizar os padrões de qualidade entre laboratórios, tanto a nível nacional quanto internacional, mediante a aplicação de critérios rigorosos. Números da DQT Em 2023, a Polícia Científica, por meio do IALF, conduziu 15.369 exames toxicológicos definitivos, abrangendo substâncias como maconha, cocaína, haxixe, entre outras. Desse total, foram emitidos 6.317 laudos periciais, os quais desempenharam um papel importante ao subsidiar as investigações relacionadas às apreensões realizadas por todas as forças de segurança pública do estado. Essa contribuição se revelou fundamental para estabelecer a materialidade dos crimes e elucidar os fatos delitivos. Fotos: Divulgação

A Polícia Científica de Mato Grosso do Sul, por meio da Divisão de Química e Toxicologia (DQT) do Instituto de Análises Laboratoriais Forenses (IALF), obteve reconhecimento internacional ao alcançar uma notável aprovação no Programa de Proficiência do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC), da Organização das Nações Unidas (ONU).

Na sua estreia no Ensaio de Proficiência da ONU em 2023, a instituição demonstrou sucesso ao identificar corretamente todas as substâncias presentes nas quatro amostras submetidas aos testes.

O Chefe da DQT, perito criminal Evandro Rodrigo Pedão, ressaltou que o desempenho da Polícia Científica no programa ICE evidencia a qualificação técnica dos servidores e o alto nível de excelência da instituição pericial sul-mato-grossense.

Ele destacou a importância do Programa Internacional de Garantia de Qualidade do UNODC, que tem sido uma referência desde 1995 para laboratórios forenses de toxicologia e análise de drogas em todo o mundo.

A diretora do IALF, Josemirtes Socorro Fonseca Prado da Silva, reconheceu a conquista e elogiou a excelência da equipe, afirmando que a certificação coloca a instituição entre os melhores laboratórios forenses do mundo.

José de Anchieta Souza Silva, coordenador-Geral de Perícias, parabenizou os colegas da Polícia Científica e enfatizou que o resultado reflete a competência, a capacidade profissional e o compromisso dos servidores com a ciência e a justiça, ressaltando o papel desempenhado pelo estado de Mato Grosso do Sul na elevação da qualidade dos serviços prestados à sociedade e aos órgãos de segurança, destacando a importância da precisão nos exames periciais quando estão em jogo a inocência ou a condenação de pessoas.

O resultado alcançado reforça o compromisso da instituição e do estado com a excelência e a precisão nas análises forenses, contribuindo significativamente para a justiça e a segurança da sociedade local e além-fronteiras.

Como funciona

O Programa de Garantia da Qualidade Internacional realiza anualmente testes de proficiência, nos quais laboratórios de toxicologia e análise de drogas de diversos países participam. Para se inscrever, os laboratórios devem comprovar sua competência técnica nas análises e obter aprovação em seu registro.

A certificação da ONU confere uma reputação de confiabilidade aos laboratórios, especificamente em relação às análises toxicológicas e de drogas. Além disso, contribui para padronizar os padrões de qualidade entre laboratórios, tanto a nível nacional quanto internacional, mediante a aplicação de critérios rigorosos.

Números da DQT

Em 2023, a Polícia Científica, por meio do IALF, conduziu 15.369 exames toxicológicos definitivos, abrangendo substâncias como maconha, cocaína, haxixe, entre outras.

Desse total, foram emitidos 6.317 laudos periciais, os quais desempenharam um papel importante ao subsidiar as investigações relacionadas às apreensões realizadas por todas as forças de segurança pública do estado. Essa contribuição se revelou fundamental para estabelecer a materialidade dos crimes e elucidar os fatos delitivos.

Fonte: Maria Ester Rossoni, Comunicação Polícia Científica

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