Polícia

Polícia do Paraguai investiga participação de brasileiro na execução de promotor que investigava PCC

O Brasileiro de origem libanesa, Kassem Mohamad Hijazi está na lista dos executores do assassinado do promotor Marcelo Pecci na Colômbia. Kassem está em processo de extradição para os EUA onde responderá por lavagem de dinheiro para o financiamento do terrorismo.

A Polícia do Paraguai esteve vistoriando os presídios de Emboscada e Tacumbú e mais dois nomes constam como investigados. Na Penitenciária Emboscada os agentes vistoriaram a cela do colombiano Marcelo Raymond Díaz Vélez preso com mais de 400 Kg de cocaína em Presidente Hayes em 2019. A droga veio da Bolívia e o caso estava a cargo do promotor.

O outro alvo da Polícia Paraguaia foi a penitenciária onde Waldemar Pereira Rivas, vulgo Cachorrão cumpre pena pelo assassinato do jornalista Léo Veras, ocorrido em Pedro Juan Caballero.

O Ministério Público do Paraguai investiga a participação de 4 a 5 pessoas envolvidas na execução do procurador antidrogas, Marcelo Pecci, ocorrido na última segunda-feira (9), em Cartagena, na Colômbia, quando estava em Lua de mel.  A informação é da promotora Alicia Sapriza.

Morto com três tiros

O assassinato do promotor antidrogas do Paraguai, Marcelo Pecci, em uma ilha paradisíaca da Colômbia levou 13 minutos, a partir do momento em que dois pistoleiros alugaram um jet ski, foram ao local e depois devolveram o veículo. As informações são do comissário Nimio Cardoso, da Polícia Nacional.

Pistoleiros alugaram um jet ski e assassinaram o promotor antidrogas do Paraguai, Marcelo Pecci, em uma ilha paradisíaca da Colômbia. Pecci e a esposa, a jornalista paraguaia Claudia Aguilera, estavam em um resort de Cartagena, na Colômbia, em meio às comemorações de lua de mel. Aguilera, inclusive, tinha anunciado a gravidez do casal. Ela não foi ferida.

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