Economia

Rede de hipermercado demite 700 funcionários devido ao fechamento da fronteira

Foto: Dourados News

Desde o mês de março com a fronteira fechada devido à pandemia do novo coronavírus, o Paraguai sofre as consequências da crise causada pela doença com demissões e fechamento de comércios que dependem da população para continuar funcionando e gerando renda. 

Em comunicado por meio das redes sociais, nesta terça-feira (22), o Maxí Hipermercado anunciou que encerrará as atividades até que a fronteira em Pedro Juan Caballero seja reaberta. De acordo com a rede, que possui três estabelecimentos, mais de 700 pessoas foram demitidas com essa medida.

A manhã desta terça-feira também foi marcada por protestos de populares. Em transmissão realizada pela Rádio Imperio 103.1 de Pedro Juan Caballero, mais de duas mil pessoas, entre comerciantes e funcionários de vários ramos do comércio manifestaram pacificamente pela reabertura total da fronteira, permitindo a entrada de turistas no país.

Na quinta-feira (17), o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Ernesto Araújo, anunciou ter assinado uma ata bilateral que permitirá a reativação parcial do comércio fronteiriço entre os países, incluindo municípios de Mato Grosso do Sul.

O acordo com assinado em conjunto com o chanceler paraguaio Antonio Rivas.

Reabertura gradual

Na noite do dia 08 de setembro, o presidente do Paraguai Mario Abdo Benitez assinou o decreto nº 4026 para a abertura parcial e temporária de postos de controle migratório no País.

De acordo com a normatiza, fechados desde o dia 10 de março, gradualmente, os portos, aeroportos e as fronteiras com o Paraguai seriam reabertos, conforme informado pelo Dourados News.

Fonte: Dourados News

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