Política

Rose Modesto solicita que Governo priorize a vacinação de pessoas com deficiência, profissionais da segurança e professores

A deputada federal Rose Modesto (PSDB-MS) apresentou ontem (15/12) o Projeto de Lei 5532/20, que define que as pessoas com deficiência, os professores em atividade e os profissionais de segurança pública devem ter prioridade na vacinação contra a Covid-19.


A parlamentar, que assina o projeto em conjunto com a deputada federal Mara Rocha (PSDB-AC), enfatiza que a proposição tem objetivo de contribuir para “disciplinar a disponibilização da vacina para grupos prioritários. Os profissionais de saúde devem estar no topo da lista de imunizados de forma prioritária. De igual forma, entendemos que os idosos têm de ser priorizados por apresentarem risco mais elevado”, destacando que ainda “devemos incluir, na lista de prioridades, as pessoas com deficiência, uma vez que, em sua ampla maioria, também possuem doenças pré-existentes que as colocam como alvos do novo coronavírus”.


Também Rose Modesto enfatiza que devem ter prioridade os profissionais de segurança pública e os professores em atividade, “pois são categorias que trabalham em contato direto com o público, o que os coloca em risco constante de contágio”, explicando que a imunização deve ocorrer sem “prejuízo das demais pessoas consideradas prioritárias por parâmetros científicos, estabelecidos em regulamento.”


O texto acrescenta um parágrafo ao artigo 3º na Lei 13.979, de 6 de fevereiro de 2020, que dispõe sobre as medidas para enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional por causa do coronavírus responsável pela pandemia.


Para garantir a fabricação da vacina contra o novo coronavírus no Brasil, a deputada votou no início deste mês pela aprovação da Medida Provisória 994/2020, que abriu crédito de R$ 1,99 bilhão para que sejam produzidas 100 milhões de doses do imunizante.


Segundo o Ministério da Saúde, a rápida disseminação do novo coronavírus (COVID-19) no Brasil fez com que 7 milhões de pessoas fossem contaminadas, resultando em 182 mil mortes.

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